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30 de setembro de 2011

Enquanto a cidade dorme...

 Enquanto a cidade dorme, alguns despertam para reconhecer sua profunda condição de miseráveis coadjuvantes da trágica comédia da vida que passa...
Enquanto a cidade “dorme” vampiros agem, e agem com uma objetividade profana, proclamam suas desgraçadas honras degustando queijos, vinhos e sangue. O sangue que corre na veia do homem simples, da mulher honesta, da criança que – apesar de tudo – sorri o mais sincero sorriso, isso é o combustível que alimenta o zepelim prateado da corrupção.
Por onde começaremos? Quem dará a palavra de ordem?  Até quando viveremos sob os ventos dos clichês, da mentira, da mais nojenta hipocrisia personificada em discursos elegantes e comoventes?

O que me preocupa não é apenas constatar que o pensamento social muda a passos lentos, o que me preocupa são os reflexos dessa lentidão. A violência, a pobreza, a ignorância, a falta de vontade e a desesperança, tudo isso entornando o caldo de uma sociedade que se diz cada vez menos desigual, mas que – queiram vocês ou não – vive uma grande peça teatral onde políticos fingem que governam, pais fingem que educam, professores fingem que ensinam, amigos fingem que amparam e amores fingem que amaram...

Precisamos agir com mais objetividade e essa objetividade precisa ser traduzida em resultados. Cadenciar o ciclo da vida, usar a consciência e pensar, usar as mãos e agir. Do jeito que as coisas estão não fazer o mal já não basta para se ter feito algo de bom. A mudança é urgente e a desgraça corre mais que a segurança, portanto, a única saída é descruzar os braços, arregaçar as mangas e mãos a obra.

Já disse o poeta, “se quiser um mundo melhor, melhore-se”

Abaixo, segue um vídeo de um grande Homem, um modelo a ser seguido e exaltado.