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26 de novembro de 2011

GRUPO ESCOTEIRO LAGOA DOURADA - PONTA GROSSA, PR


Estamos oficialmente criados.
Em 2012 estaremos ainda mais fortes e focados na missão escoteira. Desejamos a todos um final de ano repleto de saúde e paz.

Contatos: gelagoadourada@hotmail.com

22 de novembro de 2011

Vereadores querem explicações de Odivaldo sobre Mercado da Família

Vereadores querem explicações de
Odivaldo sobre Mercado da Família
O desaparecimento de um valor, que superaria os 36 mil reais, do Mercado da Família, além de outros questionamentos, como de suposta não entrega correta de alimentos, motivou debate na Câmara Municipal de Ponta Grossa, com o anúncio da convocação do secretário Municipal de Abastecimento, Odivaldo Alves (foto), para dar as devidas explicações. O que foi dito a respeito, pela Secretaria, através de nota da Assessoria de Comunicação da Prefeitura, foi sobre um roubo ocorrido no posto de Uvaranas, quando ladrões teriam levado “todo o dinheiro que encontraram”.
O vereador Walter José de Souza, “Valtão”, contou ter protocolado um requerimento, juntamente com Sebastião Mainardes Júnior, solicitando informações a Odivaldo, e que, após, será sugerida a convocação do secretário para uma prestação de contas. Segundo Walter, vários são os questionamentos feitos, como dos critérios adotados para verificação do sistema de controle do estoque, se é realizado diariamente. Os vereadores querem saber, também, quem são os responsáveis pelo recebimento dos produtos e pela supervisão dos trabalhos. Ainda, quem faz e como é feita a movimentação financeira do Mercado da Família e como é guardado o dinheiro arrecadado com as vendas, se em cofres ou em agência bancária, se os depósitos são feitos diariamente ou periodicamente. E quem faz e como é feita a contabilidade do programa.
RouboWalter de Souza se referiu ao roubo que teria sido praticado no início de novembro, de valor que se encontrava em cofre do Mercado da Família da Avenida Carlos Cavalcanti. E indaga sobre a existência do dinheiro em cofre (que foi violado), bem como se outros furtos já não foram praticados, além de um balanço geral da movimentação financeira detalhada deste janeiro de 2010 até o momento, do Fundo Mercado da Família. Também o Programa Feira Verde faz parte do requerimento de informações
A vereadora Ana Maria Branco de Holleben também falou a respeito, citando valores, que seriam superiores a 36 mil reais o dinheiro desaparecido e observando a necessidade de monitoramento eletrônico daquele local e dos demais pontos do Mercado. “Se tivermos o Mercado da Família, que é público, que trabalha com o dinheiro vivo, sem câmeras de vigilância, isto é um crime contra o dinheiro da população”, exclamou. E sugeriu que o Legislativo visite todos os pontos do Mercado para certificar-se das condições de segurança.
O monitoramento existe, observou Valtão, mas não haveria câmera de segurança justamente na sala em que se encontravam os cofres.
QualidadeSebastião Mainardes Júnior, além da questão do Mercado da Família, falou da necessidade de ser verifica a questão da qualidade também quanto aos produtos do Feira Verde, porque haveria reclamações por parte da população que tem o direito de usufruir dos dois programas. “Precisamos saber o que está sendo comprado e o que está sendo, efetivamente, entregue”, declarou o vereador, denunciando: “Ao que me consta, aquilo que está sendo comprado não é a mercadoria entregue”.
Mainardes reclamou que, se existiu o furto, a administração municipal deveria ter feito a comunicação imediatamente, “pois o povo te o direito de saber”.
RevelaçãoA divulgação do fato foi feita, mas não pela Secretaria de Abastecimento. No dia 11 deste mês, o jornalista Altair Ramalho, em sua coluna no Plantão da Cidade, surpreendeu com a informação, do “sumiço de uma quantia de alguns milhares de reais, dinheiro vivo, de dois pontos distantes da cidade. Um deles localizado ao longo da Carlos Cavalcanti, em Uvaranas; outro na região de Oficinas”.
Isto foi no período da manhã. No mesmo dia, final da tarde a Assessoria de Comunicação da Prefeitura tornou público o fato do roubo, danço conta que o Mercado da Família, em Uvaranas, foi invadido, entre os dias 5 e 8, e que dois cofres foram violados e roubado todo o dinheiro que continham. A nota não revelou valores, mas, declarou a existência de um suspeito. O secretário Odivaldo Alves explicou que, nos  finais de semana, as lojas do Mercado da Família permanecem fechadas
De acordo com o secretário, a divulgação do fato não se deu imediatamente “para não atrapalhar as investigações”, mas, como já havia um suspeito e a notícia vazou, houve por bem tornar público. Informou ainda, que “os ladrões – ou o ladrão – invadiram a loja num ponto não coberto pelo sistema de monitoramento eletrônico, arrombaram a porta do escritório e posteriormente violaram os dois cofres que se encontravam naquele local, fugindo em seguida com o dinheiro arrecadado”. As lojas do Mercado da Família funcionam de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 14h.


**** Ainda temos que saber se a tal viagem feita pelo "Secretário" à Amazonia foi paga com dinheiro de fornecedor ou não!!!****

20 de novembro de 2011

PF prende secretário de Saúde e um terço dos deputados de Rondônia

Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã de hoje resultou na prisão de oito dos 24 deputados da Assembleia Legislativa de Rondônia. Entre os sete componentes da Mesa Diretora da Casa, apenas um não foi acusado de envolvimento em suposto esquema de fraudes em licitações e contratos do governo do Estado.
Na Operação Termópilas, o secretário estadual de Saúde, José Batista da Silva, também foi preso. O presidente do Legislativo, Valter Araújo (PTB), foi apontado pela PF como o chefe da quadrilha. O governo de Rondônia afirmou, por meio de nota, que só vai se pronunciar oficialmente quando tiver detalhes da operação.
O suposto esquema envolve irregularidades em licitações e contratos de prestação de serviços, especialmente, nas secretarias de Saúde e de Justiça, além do Detran local. O grupo é acusado de corrupção e tráfico de influência para favorecer determinadas empresas.
Com as prisões desencadeadas, a Assembleia Legislativa passou ao comando do deputado Hermínio Coelho (PSD). Em nota, ele diz que a Casa “aguardará os desdobramentos da ação policial, e as manifestações do Ministério Público Estadual e do Tribunal de Justiça Estadual para, em reunião, analisar os fatos e adotar as medidas necessárias cabíveis”.
A operação envolveu seis cidades do Estado, onde foram cumpridos dez mandados de prisão preventiva, quatro de temporárias e 57 ordens de busca e apreensão.

13 de novembro de 2011

Multa de R$ 200,00 pode ser aplicada para quem for pego jogando lixo na rua

Os vereadores votam na sessão da próxima segunda-feira, 14, projeto de lei de autoria da vereadora Aline de Almeida César (PMDB), que proíbe de se jogar ou depositar lixo de qualquer espécie nas ruas, praças e em qualquer área não destinada pelo Poder Público. O descumprimento da lei acarretará ao infrator advertência na primeira infração; e multa no valor de cinco VR´s do Município, aproximadamente R$ 200,00, em caso de reincidência.
Qualquer cidadão poderá denunciar o descumprimento da lei junto aos órgãos municipais responsáveis pela fiscalização e aplicação de sanções. O Poder Executivo regulamentará a lei mediante decreto, estabelecendo a criação de programas de orientação e fiscalização, a colocação de placas indicativas de proibição nos terrenos públicos e determinado igual providência nos terrenos privados. “Para manter a cidade limpa e transitável é proibido a qualquer cidadão jogar ou depositar lixo de qualquer espécie nas ruas, praças e em qualquer área não destinada pelo Poder Público”, justifica a parlamentar.



Comentário: Achei válida e louvável a iniciativa da Vereadora. Estamos precisando impôr, através da aplicação de sanções, aos menos conscientes algumas coisas que parecem utópicas porém totalmente cabíveis, Jogar lixo nas ruas é uma atitude deplorável (principalmente “bitucas” de cigarro). Essa lei precisa entrar em vigor urgentemente bem como é urgente uma atitude do Poder Executivo em promover – além de uma grande e impactante Campanha de conscientização sobre o problema do “lixo nas ruas” – a colocação de lixeiras no perímetro urbano. Só na Vicente Machado não dá!
Espero que nossos Vereadores sigam o exemplo de Alina e proponham mais leis do desse gênero”.

Boa Semana a todos

16 de outubro de 2011

Política e Espiritismo


Política e Espiritismo    

Por que o espírita é apolítico?

Esta abordagem decorre de vivências junto a grupos espíritas que, a título de serem isentos, se preservarem de “armadilhas”, ou temerem vinculações por recebimento de verbas assistenciais de governos, argumentam contra o envolvimento de pessoas ou instituições espíritas com questões políticas.

Esse posicionamento decorre, em primeiro lugar, de uma interpretação equivocada de neutralidade, que em nosso meio, virou omissão. Segundo, pelo desconhecimento do que realmente é a política e seus nobres objetivos, que devem resultar em corretas atitudes na organização e no exercício do poder. É que, infelizmente, estamos acostumados ao seu lamentável avesso: a politicagem.

O “Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa” de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira,  define a política como  “um ramo das Ciências Sociais que trata da organização e do governo dos Estados; a ciência de governar os povos, a arte de dirigir os negócios públicos   e estabelecer relações civilizadas.”

No Livro dos Espíritos, a Questão 132 indaga: “Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?”  Em parte, a resposta é:  “(...) a encarnação tem também outro objetivo, que é o de colocar o Espírito em condições de cumprir sua parte na obra da criação (...) de tal sorte que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta”.

Somente envolvendo-nos em atividades sociais e políticas poderemos transformar a sociedade e por extensão a Terra, elevando seu nível. Hoje, podemos agir politicamente através das várias organizações não governamentais (ONGs) que procuram realizar o que instituições públicas e especialmente as religiões, sempre tentaram e não conseguiram: justiça social, respeito aos diferentes e à natureza em geral.

As melhores conquistas da humanidade surgiram por conscientização e ação política, não decorreram de meras convicções e discursos. As idéias de igualdade, liberdade e fraternidade, não se originaram em órgãos de governo, nem no seio das igrejas, embora seu permanente discurso e clamor por justiça. Idem, quanto à abolição da escravatura, da censura à segregação racial, da aceitação de minorias estigmatizadas, da preservação do meio ambiente, etc. Sempre foram as ações de cidadania, decorrentes da mobilização dos interessados, que pressionaram as organizações sociais para as mudanças, resultando hoje, no que se define como conceitos e comportamentos “politicamente corretos”.

Apesar desses avanços, a grande maioria dos espíritas defende a idéia de que espiritismo e política não se misturam. Contrariando essa interpretação, entendemos que a filosofia espírita é eminentemente política, já que explica a inter-relação dos espíritos encarnados e desencarnados durante sua evolução, neste ou em outros mundos das dimensões física ou espiritual. Portanto, participar e contribuir para a melhoria das condições sociais atuando politicamente, é promover o aperfeiçoamento geral, uma das tarefas da nossa condição de “co-criadores”. Afinal, temos responsabilidade parcial no processo.

Embora deva ser lamentado, é interessante notar que, em geral, espírita não vota em espíritas que se propõem a fazer política partidária. Temos vários exemplos de companheiros que postularam cargos eletivos, contaram  com votos dos espíritas e não se elegeram.

Nas cidades brasileiras, existem milhares de seguidores da doutrina; entretanto, são poucos os vereadores, deputados e senadores espíritas.Tão ruim quanto não participar, é boicotar os espíritas que se candidatam a um cargo eletivo, especialmente se o argumento está baseado em um “artigo de fé” que não se sustenta, e em detrimento do melhor resultado que certamente adviria do engajamento de um homem de bem.

Sem entrar no mérito de suas propostas, precisamos aprender algumas lições com os evangélicos, cuja capacidade de mobilização lhes dá expressiva representatividade. O conceito de que “política é coisa suja” está de tal modo arraigado em nosso meio, que nos recusamos a admitir que ela só será limpa quando a participação de honestos e bem intencionados puder fazer a faxina moral de que ela necessita. A questão 932 de “O Livro dos Espíritos” trata do assunto: “– Por quê, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?” Resposta: “– Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes, os bons são tímidos. Quando estes quiserem, preponderarão”.

Não devemos defender a idéia de fazer proselitismo através da ação política,  nem ter como objetivo difundir a doutrina no âmbito governamental para chegar a um “Estado Espírita”. A separação entre Igreja e Estado é uma conquista que não devemos abandonar, pois seria um retrocesso. É também um equívoco, tentar afirmar social e politicamente uma fé, com propósitos de conversão, visando o intuito macro de formar rebanho de adeptos, por julgar que as pessoas, para serem boas, têm que pertencer a um determinado sistema de pensamento, laico ou religioso. Sobre isso, ousamos dizer que Kardec, por estar demasiadamente envolvido com os ideais espíritas, nos comentários da Questão nº 798 do Livro dos Espíritos, foi ufanista e visionário, ao afirmar que após duas ou três gerações, o espiritismo se firmaria em âmbito mundial, ainda mais rapidamente do que o cristianismo se desenvolveu. Usando as próprias teses e métodos kardecistas, o bom senso evidencia, que o espiritismo não é “a” solução para os problemas humanos; é apenas “um dos” vários e bons caminhos existentes para uma conscientização ética e moral, transformadora dos homens e de seus sistemas sociais.

É porém, adequado e justo, o propósito de mostrar a excelência dos conceitos espíritas, visando embasar leis e políticas públicas. Assim, se queremos progresso e justiça, devemos mudar o discurso vigente de  que “espiritismo e política não se misturam” pois não há como falar de cidadania sem incluir ação política e não há como falar de ação política sem comunicação.

Temos que nos comunicar e agir politicamente com a base ética da Doutrina Espírita, atuando coerentemente segundo as convicções humanistas nela adquiridas, em nossa vida comunitária e no âmbito das instituições governamentais; fora ou dentro dos partidos com os quais tenhamos afinidades ideológicas - porém sem propósitos exclusivistas, discriminantes.

Se nos isolarmos nas casas espíritas apenas orando e esperando que Deus e os bons espíritos transformem o mundo em que vivemos, jamais promoveremos mudanças. Nelas, nossa função primordial é a de formar líderes conscientes para atuar em sinergia com todos. E não a de  sermos meros consoladores, devido ao insucesso dos governos que geram as desgraças sociais que nos atingem, quase sempre em virtude de nossas próprias omissões.

- Nícia Cunha (MT)

11 de outubro de 2011

Politica? o que é isso?



 
Como cobrar do cidadão - que trabalha de sol a sol, dia após dia para manter o sustento e a honra de sua família e que optou pelo caminho reto, humilde e sincero – uma posição política? Como nos damos o direito de cobrá-lo por uma falta de consciência social? Como temos a coragem (ou a petulância) de sugerir que este cidadão “não gosta de política”?

Eu pergunto a você (e)leitor, a você que tem alguns minutos para ler algo enquanto aguarda a sua vez na ante-sala do psicanalista, enquanto espera chegar a conta do belo jantar, enquanto espera sua vez para abastecer seu automóvel novo. Você sabe o que é a política? O que é democracia?

Num país onde um jogador de futebol, semi-analfabeto, ganha R$700 mil por mês enquanto seu professor ganha pouco mais de R$1.000,00; num país em que Juízes de Direito são considerados “bandidos de toga”, senadores, deputados, prefeitos e vereadores compram muito mais que votos, compram consciências e quase todo mundo quer dar o “jeitinho brasileiro”, num país assim como podemos pensar que a democracia através do voto é capaz de mudar alguma coisa?

Existe no Brasil cerca de 30 partidos políticos já formados e pelo menos uma dezena em processo de formação. Parece piada, aliás, definitivamente é uma grande piada o sistema político brasileiro, assim como são grandes palhaços a maioria dos políticos daqui, mas aqui são os eles, os palhaços, que riem de nós. Alguns podem pensar, mas não são só os políticos que usurpam nossa dignidade roubando às claras nosso dinheiro! Também o fazem os comerciantes, os advogados e os banqueiros. 


Ocorre meus amigos que são os políticos, eleitos pelo povo, os responsáveis pelas transformações na estrutura da sociedade, são eles que determinam as leis que criam e acabam com os impostos. São essas leis que definem crimes, penas. São os políticos que gerenciam a sistema público de saúde e de educação, são eles que têm o poder e a caneta na mão para construir estradas, quadras desportivas entre muitas  outras ferramentas capazes de mudar uma realidade.


Barganha é a palavra de ordem. Em período pré-eleitoral (como o que estamos vivenciando agora e ano que vem mais ainda), veremos as mais grotescas artimanhas pseudopoliticas serem arquitetadas em nome da “democracia”. Partidos de aluguel, que concedem “empréstimos” em troca de “filiações”, pré-candidatos transformando-se em melhores amigos de pessoas que não viam desde as ultimas eleições, enfim...

Pergunto-lhes, alguém poderia me esclarecer a diferença entre Partido Trabalhista Nacional, Partido dos Trabalhadores, Partido dos Trabalhadores do Brasil e Partido Trabalhista Brasileiro? Respondo: a diferença são os “donos” de tais partidos, não existe ideologia, não existe comprometimento social, o que existe é a idéia de que cada partido é um time de futebol (dos modernos, que jogam por dinheiro), cada time se ajeita antes das eleições para participar de um grande torneio, e quem fizer mais gols (ou votos) vence e leva o troféu, mas no nosso caso o troféu é a chave da porta do gabinete, aí como em copa do mundo, só daqui 4 anos...

Portanto, não coloquemos nas costas dos coadjuvantes sociais, a desgraça que é a “política” brasileira, para eles é trabalhar ou morrer de fome.

30 de setembro de 2011

Enquanto a cidade dorme...

 Enquanto a cidade dorme, alguns despertam para reconhecer sua profunda condição de miseráveis coadjuvantes da trágica comédia da vida que passa...
Enquanto a cidade “dorme” vampiros agem, e agem com uma objetividade profana, proclamam suas desgraçadas honras degustando queijos, vinhos e sangue. O sangue que corre na veia do homem simples, da mulher honesta, da criança que – apesar de tudo – sorri o mais sincero sorriso, isso é o combustível que alimenta o zepelim prateado da corrupção.
Por onde começaremos? Quem dará a palavra de ordem?  Até quando viveremos sob os ventos dos clichês, da mentira, da mais nojenta hipocrisia personificada em discursos elegantes e comoventes?

O que me preocupa não é apenas constatar que o pensamento social muda a passos lentos, o que me preocupa são os reflexos dessa lentidão. A violência, a pobreza, a ignorância, a falta de vontade e a desesperança, tudo isso entornando o caldo de uma sociedade que se diz cada vez menos desigual, mas que – queiram vocês ou não – vive uma grande peça teatral onde políticos fingem que governam, pais fingem que educam, professores fingem que ensinam, amigos fingem que amparam e amores fingem que amaram...

Precisamos agir com mais objetividade e essa objetividade precisa ser traduzida em resultados. Cadenciar o ciclo da vida, usar a consciência e pensar, usar as mãos e agir. Do jeito que as coisas estão não fazer o mal já não basta para se ter feito algo de bom. A mudança é urgente e a desgraça corre mais que a segurança, portanto, a única saída é descruzar os braços, arregaçar as mangas e mãos a obra.

Já disse o poeta, “se quiser um mundo melhor, melhore-se”

Abaixo, segue um vídeo de um grande Homem, um modelo a ser seguido e exaltado.