Um projeto de lei protocolado esta semana na Câmara Municipal pretende jogar pesado contra quem emporcalha a cidade. A proposta, de autoria da vereadora Alina de Almeida César (PMDB), proíbe que se jogue ou deposite lixo na rua, em praças, ou em qualquer área não destinada pelo poder público. O projeto prevê advertência e até mesmo multa para quem descumprir a norma.
De acordo com o texto, “para manter a cidade limpa e transitável é proibido a qualquer cidadão jogar ou depositar lixo de qualquer espécie nas ruas, praças e em qualquer área não destinada pelo Poder Público”. A primeira punição para quem infringir a lei é advertência. Em caso de reincidência, será aplicada multa pela secretaria municipal competente, no valor de R$ 200.
“O valor a ser pago pelo infrator como medida punitiva não é um fim, mas um meio de conscientizar o cidadão sobre os problemas ocasionados pelo lixo acumulado nas ruas, praças ou terrenos”, afirma Alina na justificativa do projeto. Pela proposta, qualquer cidadão poderá denunciar o descumprimento da lei, desde que haja foto ou outro meio que permita identificar o infrator, com a indicação do local, data e hora da ocorrência.
A autora do projeto reconhece que será difícil penalizar todos os infratores, mas atenta para a possibilidade de denunciar situações mais graves. “É preciso ser realista e reconhecer que é difícil denunciar e comprovar que uma pessoa jogou um copo de plástico em via pública, mas é perfeitamente possível denunciar e comprovar casos de infração em grande escala”, observa Alina.
O projeto prevê ainda que, a partir da regulamentação da lei pelo Executivo, serão criados programas de orientação e fiscalização, disponibilizando a colocação de placas indicativas de proibição nos terrenos públicos e, determinando tais providências nos terrenos privados, sob pena de multas.
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30 de agosto de 2011
Abaixo-assinado das vagas já está disponível
“Já temos esse link com uma lista pronta no site da Associação e a pessoa pode acessar, imprimir e buscar a adesão junto à comunidade. É uma iniciativa que depende do apoio popular e teremos sucesso se todos fizerem a sua parte. Se cada um conseguir 10 ou 20 assinaturas atingiremos nossa meta muito em breve”, diz o coordenador do Conselho de Entidades, Luiz Eduardo Pilatti Rosas.
A iniciativa conta com a participação de diversas entidades e associações, incluindo o apoio da Diocese de Ponta Grossa e também Associação dos Ministros Evangélicos. A medida é polêmica e ainda vai gerar muito debate, assim como vem acontecendo desde abril, quando o projeto de emenda à Lei Orgânica do Município, aumentando de 15 para 23 o número de vereadores para a próxima Legislatura foi aprovado pelos parlamentares ponta-grossenses.
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